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As três certezas da vida

As três certezas da vida

As certezas da vida podem ser duas: vamos morrer e pagamos impostos. Além disso, eu acredito numa certeza da vida. Descobre qual neste artigo.

Conheces aquela frase, de “só sei que nada sei!” do Sócrates, o filósofo grego? Esta fantástica frase abre logo o debate do que realmente sabemos na vida.

Há algumas coisas que sabemos e que chamamos de certezas da vida

São certezas aquilo que damos como garantindo, como ter o coração partido, sentir dor, perder amigos.

Se pensar no assunto, já ouves esta expressão há algum tempo. Parece-se dizer que só há uma certeza na vida, e que essa certeza é completamente absoluta, desde o dia que nascemos. Pois, a frase pode passar a ser “só sei que um dia vou morrer”. Não é tão optimista quanto a de Sócrates, mas realmente fala da maior certeza que temos quando estamos vivos, é que um dia vamos deixar de estar.

Com a evolução dos tempos e crescimento económico, a certeza da vida já não era de que iríamos morrer. Ou melhor, até era, mas aquilo que era mais inevitável do que morrer seria pagar impostos.

Quantas vezes é que ouvimos a frase “só sei que pago os meus impostos!”. Parece que é a verdade absoluta do século XXI. De que ninguém pode escapar a essa praga que é os impostos, pois foi a maneira que as sociedades já na Idade Média encontraram para se governarem: colectar rendimentos de várias pessoas e depois distribui-los com infraestruturas, facilidades e muito mais tarde, com subsídios.

Parece que temos duas certezas: de que vamos morrer e de que temos de pagar impostos. Mas eu quero acrescentar uma terceira certeza.

Esta é uma terceira certeza na vida porque é uma verdade absoluta para mim: a certeza de que vai tudo correr bem.

Esta minha certeza vem do meu eterno optimismo (misturado com inocência e resiliência) de que tudo vai correr bem. Que depois da tempestade vem a tormenta. Que as nuvens demoram muito tempo a passar, mas que depois passam.

Acredito também que os maiores obstáculos foram-nos apresentados exactamente para os podermos ultrapassar; e que as maldições são geralmente bênçãos. E que todas as experiências que vivemos são oportunidades para crescer.

Tenho para mim aquela frase que diz: “no fim, tudo fica bem. Se ainda não está bem, então é porque não é o fim”.

E para no fim ficar tudo bem, acredito que esse bem deve ser cultivado, com felicidade, determinação, amor próprio, amor pelo outro, amor por descobrir, amor pela vida e por tudo.