Desistir: Porque Às Vezes Desistimos da Nossa Ideia

Há mil e uma maneiras de ter sucesso mas todas elas implicam não desistir.

Ter uma ideia boa, todos nós a temos. Ter uma ideia e pô-la em prática, só alguns é que fazem. Ter uma ideia, pô-la em prática e torná-la num negócio bem sucedido, isso já é para quem pode.

Ou é só para aqueles que não desistem?

O desistir é uma noção que nos acompanha desde infância.

Quando os nossos pais nos lançam um desafio, nem sequer tentamos e dizemos “não consigo”. Quando estamos a fazer um puzzle que não está a ir como queremos, deixamos a brincadeira na mesa e vamos brincar com outra coisa qualquer. Quando vamos para aulas de piano ou dança e simplesmente deixamos de gostar de ir. Quando começamos a conhecer alguém, está ali qualquer coisa a acontecer mas já não temos interesse e então desistimos de insistir.

Desistir de insistir. Acho que esse é o problema. Tentar, nós até tentamos, mas não sabemos como continuar quando as coisas não funcionam.

Mas acho que é uma maior razão para desistirmos: é porque não sabemos onde está a meta.

Quando inicia-se um projeto, um negócio, uma banda, não sabemos quando é que vai chegar aquele momento de vitória, de realização total, de propósito e objetivo concretizados.

Um atleta sabe que pode correr à maluca num sprint porque sabe que a meta está lá à frente. Um corredor de Formula 1 sabe que tem de fazer X voltas para cruzar a meta vitorioso. Um lutador de boxe sabe que ou ganha, ou perde, ou deixa o jogo continuar até ao último round e depois é o que tiver de ser.

Quando estamos a montar um negócio, criamos o produto, a distribuição, a embalagem, mas não abemos quando chega aquele tipping point. Aquele ponto de sucesso brutal. Sabemos o que precisamos de fazer mais mas há um grau de incerteza grande quando as coisas não estão a correr como esperado.

Quando estamos a trabalhar muito por um objetivo e não vemos a meta, é fácil desistir.

É fácil voltar para trás para o caminho que já conhecemos. É fácil continuar a fazer o que já sabemos e não dar mais um passo em frente. É difícil continuar um caminho que não sabemos o que está à frente.
E se nos dissessem “trabalha 2 anos, perde 10 mil euros e no mês de Julho vais ser famoso”?. Se soubessemos que tínhamos uma maneira de viver os nossos dias e fazer contagem decrescente, será que muitos de nós desistiam?

Se calhar desistiam, porque dá muito trabalho.

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