A Minha Missão na Vida

Qual é a tua missão na vida?

Foi aquela pergunta que me apareceu na cabeça, quando estava numa formação com alguns amigos.
Estávamos a falar sobre o nosso negócio, sobre como devemos partilhar a nossa marca pessoal, como podemos chegar a mais clientes, e chegámos à conclusão que o sucesso num negócio tem a ver com a persistência com que fazemos as coisas – e isto está directamente ligado à nossa MISSÃO NA VIDA.

Missão na vida…Missão na vida…Missão NA vida…

Deve ser a pergunta mais díficil do mundo, a seguir a “o que queres ser quando fores grande?”. Porque é que só podemos escolher uma opção? E se essa opção não resultar, faz-se o que? Vou ser o quê quando for grande?

Depois de passarmos esse desafio, instala-se outro – qual é a tua missão na vida? Mais do que escolher uma profissão, devemos perceber o que estamos aqui a fazer, o que queremos fazer, qual é o nosso propósito, qual é o nosso objectivo final?

Se pudesses viver a tua vida a fazer o que quisesses, o que farias?

Já tinha pensado imenso nessa pergunta, e depois de ter visto o desafio da Raquel, do The Brunette’s Tofu, decidi que estava na altura de partilhar a minha missão: a minha missão na vida é mostrar a liberdade às pessoas.

A minha missão tem de estar relacionada com pessoas, porque sou uma pessoa comunicativa e que adora ouvir histórias. Gosto de falar com as pessoas e deixá-las contarem-me os seus episódios, os seus sentimentos, os seus valores, aquilo que as apaixona.

A minha missão tem de estar relacionada com partilhar porque sou uma pessoa curiosa. Como sou uma pessoa curiosa, gosto muito de pesquisar, de ler, de pensar, de reflectir – e depois gosto de partilhar isso com as pessoas. Gosto de saber que tenho uma informação importante que me ajudou a melhorar a vida e gosto de dizer isso às pessoas para perceber se isso vai poder ajudá-las tanto como me ajudou.

E por estas duas razões é que a minha missão na vida é partilhar a liberdade com as pessoas.

É poder mostrar às pessoas que elas tem o poder de controlar as suas vidas. Que elas têm liberdade.

É mostrar às pessoas que há opções e alternativas.

É mostrar às pessoas que elas não precisam de procurar o poder porque o poder está dentro delas desde que nasceram.

A minha missao é mostrar que há sempre soluções, que há uma vida melhor. Que tudo aquilo que as pessoas querem, elas têm a liberdade de o fazer, de o ser.

A minha missão é passar informação às pessoas, é ensiná-las a ter ferramentas para controlarem a sua vida e terem liberdade.

A minha missão é educar as pessoas para a sua independência. A minha missão é mostrar às pessoas que elas podem ser tudo o que quiserem – basta procurarem e encontrarem os recursos que desejam.

A minha missão é dizer e mostrar às pessoas como a paixão comanda a nossa vida e que devemos ter o objectivo de fazermos aquilo que gostamos, der por onde der.

A minha missão da vida é dar poder às pessoas, ou mostrar-lhes que todo o poder que elas precisam para liderar e controlar as suas vidas já existe dentro delas. Tudo o que elas têm de fazer é pensarem, autoconhecerem-se, fazerem muito diálogo interno e agir, tomar iniciativa e arriscar.
A vida é um processo de vários passos, uns mais seguros, outros que nos fazem cair. É um caminho longo em que vamos crescendo com cada passo que damos e que se tivermos a habilidade de resistir e aprender com os erros, teremos uma experiência muito boa enquanto passamos por este mundo.

E vocês? Já pensaram sobre a vossa missão na vida? Contem-me o que acham que é o vosos propósito? Se ainda não sabem bem o que é, o que vos impede de chegar lá?

  • Temos missões muito parecidas =) Tal como já tínhamos concluído 😉

  • Temos sim, Filipa, e fico contente por saber que há alguém que pensa como eu, assim a viagem é feita em boa companhia 🙂

  • É uma pergunta muito poderosa e que tem uma influência enorme na vida de alguém, se realmente passarmos nela!
    Fico contente por teres gostado, é muito bom saber que há pessoas com este espírito de ajuda e harmonia 😀

  • Gostei e identifico-me contigo, Rita!
    Beijinhos

  • Obrigada pelo feedback, ainda bem que somos muitos a pensar assim!