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A Resignação é Perigosa

A resignação é perigosa, e por isso temos de estar atentos para não levarmos a nossa vida como uma rotina.


Quando vemos algo que está mal, ou quando ouvimos alguém a reclamar o estado das coisas, podemos encolher os ombros e dizer:
É a crise
A nova geração é assim
As redes sociais dão-nos para isto
É o mundo de hoje em dia
No meu tempo não era assim

Resignarmos porque as-coisas-são-assim não pode ser a nossa melhor atitude para a mudança. Aceitarmos as coisas porque são assim não é um bom princípio para melhorar. Devemos perceber o que causou essas mudanças, que evolução elas podem ter e qual o nosso papel nessa mudança.

Devemos perceber qual o papel que podemos ter a influenciar uma melhor mudança.
Dizemoos que as coisas são assim porque “é normal”; “tudo é assim” ; “a nova geração é assim” ; “já não podemos viver sem isto” ; “o mundo já não vai mudar”.
Estes pensamentos e verbalizações não devem fazer parte da construção mental que temos da nossa vida e dos nossos objectivos. Não podemos resignarmos a construções sociais impostas pela evolução tecnológica ou pelo tempo e aceitá-las só porque sim. Temos de questionar, investigar, cruzar informação, procurar a inovação, influenciar a mudança.

Na nossa vida e em sociedade, quem tem o controlo do leme somos nós, e o navio não anda como bem lhe apetece – ele anda como nos bem apetece.



  • Tão verdade. É como responderem "vai-se andando" quando perguntas se está tudo bem. Ou estás bem ou não estás, e se não estiveres cabe a ti mudar isso!

  • É mesmo! Temos tanto esse hábito de português de ir apenas andando: é bom porque não se está mal mas podia-se estar melhor. Bem, se é para ser melhor então mudem as coisas 😀

  • Exactamente! Não podemos, nem devemos deixar as coisas como estão, só porque "é assim mesmo". A mudança deve partir de nós, sempre.

  • Na minha opinião, o famoso "deixar andar" é péssimo! Se queremos mudar as coisas temos de tomar as rédeas e sempre que não resultar, mudar de novo!